sábado, 31 de agosto de 2013

O banquete

   



  1. Quando nos ausentamos da presença do Rei, nosso pai, deixamos de provar do banquete que todos os dias, zelosamente é  preparado e  posto na mesa para ser servido à família real.
  2. Muitas vezes, assim como o filho pródigo, deixamos de comer do melhor, de vestir o melhor para nos sustentarmos por migalhas que caem  de cima da mesa, como ocorreu com Adão e Eva após a queda. Permitimos que a Glória do  Eterno seja  ofuscada por  meio de obstáculos  que nós  mesmo  cria-mos e que nos  separam  d'Ele. Dessa forma, as bençãos dos altos céus não podem descer até nós, ficam retidas no reino espiritual. Deixamos,  entretanto, de nos deliciar  dos  manjares  que  estão fresquinhos,  prepara-dos para  nós  na  linda ceia.
  3. Ficamos por baixo da mesa, ali, tal qual ca-chorrinhos, humilhados, maltratados,  escor-raçados,  sendo  lançados  de um lado para o outro, muita vezes nas  mãos de  terríveis  se-nhores.  Na verdade,  essa  condição   que passamos  a  nos  encontrar, longe da pre-sença do Deus de Amor, na sarjeta, nos su-jeita a  sermos possuídos por demônios. Dessa forma, somos escravizados e tortura-dos.  A mesa simboliza a separação do ho-mem e Deus; os obstáculos; a vista embara-çada que passamos a apresentar, as escamas nos olhos, o engano. Passamos a  viver  em absoluta  escuridão, que  apenas um  simples facho de luz nos contenta. E, assim vivere-mos no engano pois Satanás quer que tenha-mos uma vida miserável, sem  esperança,  sem a  alegria verdadeira e sem paz.
  4. Venha, vamos desfrutar do verdadeiro e único alimento que gera realização e que é seu por excelência, pois o Rei já o ofertou a ti. É gratuito. Basta ir-mo-nos sentar à  mesa do banquete e  gozarmos de tudo, comermos o que  desejamos e sobretudo na presença de um pai de a-mor, de um rei com o qual po-demos ter certeza  de  satisfação plena . Eis  que Deus  governa e reina sobre tudo e to-dos. Tome posse.

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