quinta-feira, 9 de abril de 2015

À imagem e semelhança de Deus





Deus nos constituiu de corpo, alma e espirito. Como almas viventes Ele nos fez para que podessemos habitar neste mundo. E deu-nos um corpo para que nos movimentássemos e possuíssemos a Terra, governando-a debaixo de Sua autoridade. 
E com o mais importante Ele nos abençoou: com um espírito. Aleluia!
Somos seres espirituais, apesar de não sermos só revestidos de um espírito, porque ainda não morremos, conquanto esse é o destino de todos nós. Vamos nos entristecer por isso? De forma alguma. Somos fortalecidos por Cristo. Por meio de nosso espírito é que nos constrangemos diante da presença santa de Deus. É ele que nos move em direção ao nosso criador e nos faz desejosos por esse encontro. Glória a Deus! 
O mundo jaz no maligno, como relatam as Escrituras. Pelo fato de muitos de nós não atentarmos para a Sua voz, nem tão pouco, reconhecê-la, o inimigo tenta adquirir legalidade. Eis o grande perigo. O espírito das trevas, que é enganador está ao derredor das vidas, com o intuito de tragá-las. Como todos já sabemos, ele veio para matar, roubar e destruir (Jo 10.10).
Matar, roubar e destruir o que?
Nossos sonhos, nossa esperança, nossa alegria, nossa família, enfim, nossa paz. E tudo o mais que está plantado no mais profundo do nosso íntimo, que só nós e Deus sabemos, mas que ele apenas suspeita, pelas nossas atitudes. E o que é mais grave, ele quer nos tirar a comunhão com Cristo, para que não herdemos a vida eterna. Sem santidade é impossível agradar a Deus, ou melhor, ninguém verá a Deus.
 Ele é santo! 
É só nos lembrarmos do santo dos santos, aquele lugar onde só entrava o sacerdote, e isso seguindo todo um cerimonial. Ele precisava estar em perfeita comunhão com Deus, do contrário,  seria fulminado.
Hoje não é diferente! Para vermos a gloria de Deus nas nossas vidas é necessário consagração, santificação. Aleluia! Senão, vem o ladrão de alegrias e frusta a nossa entrada na cidade celestial, que tem ruas de ouro e mar de cristal. (Ap. 21.1 e 22.5). Aí, a morte não vai ser só física,  mas também espiritual, e para toda a eternidade. Misericórdia!
Hoje, cada um de nós tem acesso direto ao Pai, por intermédio de nosso amado Jesus, pelo Seu sacrifício na cruz do Calvário quando foi vertido Seu precioso sangue. Ato este que nos permitiu sermos de novo chamados filhos de Deus. O véu que nos separava d'Ele, desde a queda terrível de Adão já não nos separa mais.
O véu do templo, onde ficava a arca da aliança, no santo dos santos, foi rasgado de cima até embaixo, na hora da morte física de Jesus. Glória a Deus!
Isso não nos exima de carregarmos nós a nossa cruz. Isso significa dizer que precisamos seguir os passos do nosso grande Mestre. Ser seus discípulos verdadeiros. Isso não é brincadeira. E não é para a nossa própria gloria. Temos exemplos na bíblia toda de homens que morreram por amor a Deus. Tiveram uma vida de sacrifícios e reverência a Jeová. Pecaram? Sim. 
A nossa caminhada com Cristo é estreita, difícil. É aos poucos que aprendemos e Ele sabe disso. Uns aprendem mais rápido. Outros mais lentamente. Talvez por teimosia, por termos a cerviz endurecida é que acabamos aprendendo pela dor. Mas as misericórdias do Senhor são a causa de ainda não termos sido consumidos. Glória a Deus.

Ex. 28.1-29,  Ex. 28.2-5. 
O sumo sacerdote agia como representante dos homens entrando na presença do Senhor, uma vez por ano, mais precisamente no décimo dia do sétimo mês, para oferecer o sangue imolado de animal puro para ser sacrificado em benefício dos homens pecadores. No livro de levítico cap.16.2, o Senhor Deus fala a Moisés para que adverta Arão que não entre em todo o tempo no tabernáculo, no santo dos santos, e de qualquer maneira se apresente diante do propiciatório, para que não morra.
Este é um alerta para que venhamos a ter reverência na casa do Senhor, devemos ter zelo pela obra que Ele concedeu a nós. Em Is. 59.2 aprendemos que são os nossos pecados que fazem separação entre nós e Deus.
Meditar em Hb 9.1-5 e Hb 9.11-12.







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